Entrega de Medalha de Honra ap Mérito Legislativo Dom Malan ao Senhor Manoel José de Amorim

por Natalia publicado 17/04/2018 15h20, última modificação 17/04/2018 15h20

 A Vereadora Cristina Costa Concede Medalha de Honra ao Mérito Legislativo Dom Malan ao Senhor  Manoel José de Amorim.

Em 29 de dezembro de 1958, casou-se com Engraça Coelho de Amorim, com quem teve 10(dez) filhos (José Neto, João de Deus, Francisco do Nascimento, Maria Milza, Luzia Ingracia, Pedro Manoel, Vital Manoel, Alice, Edmundo Manoel e Mario Manoel, ficando viúvo em 02/12/1987. Após ficar viúvo, tornou-se pai de Emanuela, e em 05 de dezembro de 1993 casou-se com Josefa Emília de Jesus Amorim, com quem teve 03 (três) filhos (Antonio Marcos, Leila Willa e Leidiana Josefa) e permanece casado.

 Aos 80 anos de vida, Manoel de Zeca, como é conhecido por todos em Rajada e nos seus arredores, tem a sua família como o seu maior patrimônio. Sempre faz questão de falar de seus filhos e netos com muito orgulho, pois vê neles o resultado do esforço, da dedicação e da crença na educação como meio transformador da realidade da sua família.

 Com origem no campo, o trabalho lhe foi apresentado muito cedo. Juntamente com o seu pai, nos imóveis das fazendas Rajada e Tabatinga, iniciou a lidar com gado. Em 1956 começou a levar bovinos e caprinos para comercializar na Sede de Petrolina. Naquela época, os animais eram levados no antigo “trem de ferro”, já desativado, e “tocados”, à pé ou montado em burro.

 Apesar dos desafios das famigeradas secas do nosso sertão, criando solto ou em sistema de engorda, comprando e vendendo, sempre gostou da lida com o gado. Durante a sua vida, além de desenvolver a agricultura, a pecuária, o comercio, também liderou equipes nas Frentes de Trabalho para a Construção do Sistema de Drenagem da BR 407, à época subcontratado pelo Batalhão de Engenharia, e foi Juiz de Paz no Distrito de Rajada.

 Seleto nas suas amizades, tinha no Sr. Alberto Araújo um grande amigo, com quem conversava, praticamente, todas as noites, mesmo morando na roça, sempre ia à Vila e a bodega de Alberto era o ponto do bate papo, enquanto a luz do gerador a diesel deixava.

 Manoel de Zeca, como é conhecido, homem de pouco estudo, mas que sempre orientou e procurou oferecer aos seus filhos a condição de estudar, viu seu esforço transformar a realidade da sua família e, certamente, interferir positivamente no desenvolvimento de suas vidas.

 Aos oitenta anos, Manoel de Zeca continua firme nas suas atividades diárias à frente do pequeno Açougue, que mantém há aproximadamente 20 anos no Distrito de Rajada, e da sua roça, onde a sua a maior alegria é reunir os familiares e amigos, principalmente nas datas festivas.

 

 

 

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